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	<title>Vida sem Glúten e sem Alergias</title>
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	<description>Dieta sem gluten, sem lactose, doença celíaca, alergias alimentares, dieta para autismo</description>
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		<title>Nhoque sem Glúten e sem Leite!</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.9 (Março)]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita divina de Nhoque, sem glúten e sem leite. O nhoque fica muito macio, delicioso! E a receita é simples e rápida, vale a pena testar! (se quiser, aproveite para ver o vídeo no final da receita)
Por Vera Irene Paim
Farinha sem glúten


30grs de farinha de arroz
30grs de polvilho doce

Ingredientes para o Nhoque

200grs de batata já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-left: 10px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/massas_sem_gluten2.jpg" alt="Nhoque sem Glúten" width="355" height="266" />Receita divina de Nhoque, sem glúten e sem leite. O nhoque fica muito macio, delicioso! E a receita é simples e rápida, vale a pena testar! (se quiser, aproveite para ver o vídeo no final da receita)</p>
<p><em>Por Vera Irene Paim</em></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">Farinha sem glúten<br />
</span></strong></p>
<ul>
<li>30grs de farinha de arroz</li>
<li>30grs de polvilho doce</li>
</ul>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Ingredientes para o Nhoque</strong></span></p>
<ul>
<li>200grs de batata já descascada (pesar depois de descascada)</li>
<li>1 gema (tamanho médio)</li>
<li>10grs de margarina ( 1 colher de sopa)</li>
<li>1 pitada de sal</li>
<li>40grs de farinha sem glúten</li>
</ul>
<p>Nota: um pouco de farinha sem glúten adicional (mais ou menos 20g) para polvilhar a pia.</p>
<p>Rendimento: Em torno de 250grs (um prato fundo)</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Modo de fazer</strong></span></p>
<p>Cozinhar as batatas em 800ml de água com sal a gosto. Depende do paladar de cada um.</p>
<p>Quando as batatas estiverem cozidas, escorrer a água e deixar no escorredor por 5 minutos ou pouco mais, para sair bem toda a água do cozimento. Passar depois por um espremedor apropriado.</p>
<p>Colocar numa tigela as batatas espremidas, a gema e a margarina. Misturar primeiramente com uma colher e depois acrescentar a farinha sem glúten e, quando já estiver um pouco misturado, amassar suavemente com as mãos até a massa ficar homogênea.</p>
<p>Polvilhar a pia ou uma mesa com um pouco da farinha sem glúten que sobrou e faça rolinhos com espessura de 6cm a 8cm mais ou menos.. Cortar em pedacinhos de uns 2cm.</p>
<p>Levar para cozinhar os nhoques em pouca quantidade de cada vez, isto é, não cozinhar todos de uma vez só, em 1 1/2 litro de água já com sal (a gosto) e umas gotas de óleo.</p>
<p>Assim que os nhoques subirem retirar com uma escumadeira. Ficar atento ao processo de cozimento que é bem rápido.  Caso perceba que alguns nhoques ficaram no fundo da panela, solte-os delicadamente com uma escumadeira.</p>
<p>Fazer um bom molho de tomates e espalhar por cima.</p>
<p>Obs.: Caso a pessoa prefira o nhoque mais salgado pode colocar mais um pitada de sal.</p>
<p>Vídeo:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mSjsOOL8cjw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/mSjsOOL8cjw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Intolerância à Lactose: um longo caminho para o consenso</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alergias Alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.9 (Março)]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante três dias (do dia 22 ao 24 de fevereiro deste ano), os Intitutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos reuniram um painél de especialistas (foto) para estabelecer um consenso sobre o atual conhecimento em relação à intolerância a lactose. Os tópicos discutidos incluiram a prevalência e manisfeções clínicas da intolerância a lactose, como medi-la, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-left: 15px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/lactose_panel.jpg" alt="Intolerancia a Lactose" width="389" height="299" />Durante três dias (do dia 22 ao 24 de fevereiro deste ano), os Intitutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos reuniram um painél de especialistas (foto) para estabelecer um consenso sobre o atual conhecimento em relação à intolerância a lactose. Os tópicos discutidos incluiram a prevalência e manisfeções clínicas da intolerância a lactose, como medi-la, possíveis tratamentos, o valor nutricional do leite e de fontes alternativas, bem como as consequências da exclusão do leite e derivados para a saúde. Neste artigo resumimos brevemente a definição de intolerância a lactose adotada pelos especialistas, bem como as principais conclusões divulgadas a partir do Encontro. Como poderá se deduzir nas próximas linhas, os especialistas acreditam que a ciência ainda tem que percorrer um longo caminho para a obtenção de respostas sólidas às questões mais comuns envolvendo a intolerância a lactose.</p>
<h2><span style="color: #3366ff;"><strong>O que é a intolerância à lactose?</strong></span></h2>
<p>A intolerância a lactose advém da impossibilidade de digestão da lactose, o açúcar principal presente no leite. Para ser absorvida, a lactose precisa primeiramente ser digerida pela lactase, uma enzima presente no intestino delgado (a lactase digere a lactose em dois açúcares mais simples, glucose e galactose, os quais podem ser absorvidos pelo organismo). Durante o período de amamentação,  a produção de lactase pela criança atinge o seu pico, permitindo a absorção adequada dos nutrientes do leite materno. No entanto, após este período e durante o transcorrer da infância, a produção de lactase gradualmente diminui: embora a lactase ainda continue sendo produzida, para a maioria das pessoas ocorre uma diminuição em sua produção na medida em que estas envelhecem. Como resultado, a lactose não digerida não é absorvida no intestino delgado, passando intacta para o intestino grosso, onde é fermentada pelas bactérias que ali se encontram. Os produtos naturais deste processo de fermentação (entre eles a produção de gases) pode desencadear sintomas como dores abdomais, flatulência, inchaço e diarréia. Segundo o painél de especialistas reunido em fevereiro, a intolerância a lactose se caracterizaria pela presença de sintomas gastrointestinais após a ingestão de lactose por um indivíduo que não consiga absorvê-la. O desenvolvimento (ou não) de sintomas irá depender de uma série de fatores, entre eles da quantidade de lactose normalmente ingerida, do grau de atividade da lactase residual presente no intestino delgado, da ingestão de outros alimentos concomitantemente à ingestão de lactose, bem como da sensibilidade individual aos produtos derivados da fermentação da lactose no intestino grosso.</p>
<h2><span style="color: #3366ff;">Diagnóstico</span></h2>
<p>Indivíduos com os sintomas gastrointestinas descritos devem procurar orientação médica, para que possam ser testados e para excluir outras condições médicas mais sérias, como a doença celíaca. A má-absorção de lactose poderá ser diagnosticada através da ingestão em jejum de uma dose de lactose específica, após a qual se testam os níveis de determinados produtos provenientes da fermentação da lactose não digerida. Outros métodos incluem a determinação da atividade da lactase através de uma biópsia do intestino, bem como testes genéticos para a detecção de um polimorfismo associação à menor produção de lactase.</p>
<h2><span style="color: #3366ff;">Qual a prevalência da intolerância à lactose, e como esta prevalência diferente entre os grupos étnicos e idades?</span></h2>
<p>A maioria das pessoas pode desenvolver intolerância à lactose, independentemente de sua origem étnica. Apenas uma minoria – primordialmentes os descendentes de culturas do norte da Europa e algumas partes da África, cuja subsistência era baseada no gado  e no consumo de alimentos lácteos – possui uma mutação que lhes permite produzir a lactase ainda na vida adulta. No entanto, os especialistas concluem que estimativas sólidas sobre  a prevalência da intolerância a lactose ainda são escarsas, uma vez que a maioria dos estudos médicos sobre a questão utilizou interpretações diferentes do que seria a intolerância a lactose, ou porque as amostras usadas não foram suficientemente representativas das populações.</p>
<h2><span style="color: #3366ff;"><strong>Consequência da exclusão do leite da dieta para a saúde</strong></span></h2>
<p>A exclusão do leite da dieta pode diminuir os sintomas gastrointestinais em indivíduos intolerantes à lactose. O grau de alívio nos sintomas é geralmente associado ao grau de produção de lactase no indivíduo bem como à quantidade de lactose ingerida.  No entanto, as consequências da exclusão do leite para a saúde dependerão da possibilidade de ingestão apropriada de nutrientes essenciais como o cálcio, os quais para muitos são fornecidos através dos produtos lácteos.  O cálcio é necessário para o crescimento e desenvolvimento ósseo saudável, bem como para a manutenção da densidade óssea. Portanto, se ao excluir o leite da dieta o indivíduo não substitui esta fonte de cálcio por outras em quantidade suficiente, a exclusão do leite pode aumentar os riscos de complicações ósseas como a osteoporose, além de outras complicações médicas relacionadas. Por um lado é certo que, embora o leite e derivados sejam excelentes fontes de cálcio, proteína, magnésio, potássio, riboflavina e outros nutrientes, tais nutrientes também podem ser encontrados em outros alimentos e suplementos. Por outro lado, no entanto, os especialistas observam que ainda não existem dados científicos suficientes e em grande escala sobre a eficácia e facilidade de implementação de tratamentos que substituem a ingestão de leite por fontes alternativas de nutrientes.</p>
<h2><span style="color: #3366ff;"><strong>Quais as possibilidades de tratamento?</strong></span></h2>
<p>Atualmente o tratamento da intolerância à lactose envolve a redução na ingestão – ou exclusão da dieta – de alimentos contendo leite e derivados, ou a substituição por produtos com baixo teor de lactose, nos quais a lactose já foi ‘digerida’ pela adição de lactase ao produto, ou ainda o uso esporádico de cápsulas de lactase (ou seja, a ingestão da enzima que o corpo deixou de fabricar) antes do consumo de alimentos com lactose. O uso de pré-bióticos (normalmente carboidratos que facilitam a colonização intestinal por bactérias benéficas) e probióticos em suplementos alimentares e produtos como o iogurte é também uma intervenção frequentemente adotada no tratamento da intolerância a lactose. Segundo os especialistas, para algumas pessoas mesmo a ingestão de pequenas quantidades de iogurte, queijos e produtos com baixo teor de lactose podem ter resultados positivos. No entanto, estes advertem que ainda é difícil tirar conclusões sólidas sobre a eficiência destes tratamentos. Segundo eles, pesquisas mais controladas e padronizadas ainda são necessárias para determinar a eficiência das intervenções mais populares no tratamento da intolerância.</p>
<p><strong>Mais informações</strong>:</p>
<p>O resumo da opinião dos especilistas pode ler lido em: <a href="http://consensus.nih.gov" target="_blank">http://consensus.nih.gov</a>. Já a revisão da literatura científica produzida pode ser lida em <a href="http://www.ahrq.gov/downloads/pub/evidence/pdf/lactoseint/lactint.pdf" target="_blank">http://www.ahrq.gov/downloads/pub/evidence/pdf/lactoseint/lactint.pdf</a></p>
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		<title>Alergia a Ovos em Crianças: possibilidades através da imunoterapia oral</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alergias Alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[No.9 (Março)]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo um novo estudo apresentado no Encontro Anual (2010) da American Academy of Allergy, Asthma and Immunology (AAAAI), o tratamento da alergia à ovos em crianças em breve poderá ser possível.
O estudo, que envolveu pesquisadores de diversas instituições, como a Universidade de Duke (EUA), a John Hopkins, a Universidade de Arkansas e o National Jewish [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/alergia_ovos.jpg" alt="Alergia a Ovos" width="424" height="283" />Segundo um novo estudo apresentado no Encontro Anual (2010) da American Academy of Allergy, Asthma and Immunology (AAAAI), o tratamento da alergia à ovos em crianças em breve poderá ser possível.</p>
<p>O estudo, que envolveu pesquisadores de diversas instituições, como a Universidade de Duke (EUA), a John Hopkins, a Universidade de Arkansas e o National Jewish Health e o National Institute of Allergy and Infectious Diseases, estudou a segurança e eficácia da imunoterapia oral no tratamento da alergia a ovos, através da qual pequenas doses de clara de ovo cozida foram administradas diariamente sob supervisão médica para crianças alérgicas.</p>
<p>Segundo Robert A. Wood, pesquisador e chefe da seção de pediatria, alergia e imunologia da Escola de Medicina da Universidade John Hopkins, os resultados são promissores, na medida em que permitiriam o tratamento de pacientes com alergias alimentares severas. No caso deste estudo em particular, o pesquisador menciona que, embora ainda não se possa determinar a porcentagem das crianças já ‘curadas’, algumas das crianças estudadas já estão podendo comer ovos sem problemas.</p>
<p>O estudo envolveu 55 crianças, com idades entre 5 e 18 anos, as quais apresentavam alergia a ovos. Um total de 40 crianças foram tratadas, em uma clínica, com 5 gramas diárias de clara de ovo cozida, enquanto 15 crianças receberam um tratamento placebo (ou seja, não ingeriram ovos). O tratamento incluiu o aumento gradativo das doses de clara de ovo =, e durou um total de 44 semanas, após o qual testou-se possíveis reações alérgicas das crianças ao consumo de ovos. Os resultados mostraram que cerca de metade (21, em um total de 40 crianças) que receberam a clara de ovos diariamente não tiveram reações alérgicas na fase de testes. Já no grupo que recebeu o placebo, reações alérgicas foram observadas em todas as crianças.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores envolvidos, os resultados são extremamente promissores, mas eles enfatizam que para que os resultados tenham relevância clínica e possam ser aplicados na prática é preciso ainda testar a dosagem adequada, potenciais efeitos adversos, o tempo de tratamento necessário e se a desensibilização das crianças ao ovos persiste a longo prazo.</p>
<p>Nota dos editores: o estudo descrito ainda está em estágio de desenvolvimento até que os resultados e riscos envolvidos possam ser amplamente avaliados. É importante ressaltar o alto risco de qualquer tipo de tratamento sem a supervisão médica adequada. O conteúdo aqui publicado tem caráter apenas informativo, e não deve ser considerado como aconselhamento médico.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fonte</strong></span>: American Academy of Allergy, Asthma and Immunology (AAAAI) 2010 Annual Meeting: Resumo L6.  Apresentado no dia 02 de Março de 2010.</p>
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		<title>Alergia à carne?</title>
		<link>http://www.vidasemglutenealergias.com/alergia-a-carne/945/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alergias Alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.9 (Março)]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo apresentado no Encontro Anual da American Academy of Allergy, Asthma &#38; Immunology este ano mostra que reações anafiláticas (reações alérgicas severas e potencialmente fatais) à ingestão de carne vermelha podem não ser tão raras quanto se imaginava.
Os resultados do estudo, que envolveu 60 pessoas com reações alérgicas severas sem causa aparente, sugerem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-left: 10px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/alergiacarne.jpg" alt="Alergia a Carne" width="309" height="295" />Um estudo apresentado no Encontro Anual da American Academy of Allergy, Asthma &amp; Immunology este ano mostra que reações anafiláticas (reações alérgicas severas e potencialmente fatais) à ingestão de carne vermelha podem não ser tão raras quanto se imaginava.</p>
<p>Os resultados do estudo, que envolveu 60 pessoas com reações alérgicas severas sem causa aparente, sugerem que um tipo de açúcar presente na carne, conhecido como alfa-galactose, pode ser o responsável pelas reações. De acordo com o Dr. Scott Commins, da Universidade de Virginia (EUA) e responsável pela pesquisa, a presença de anticorpos IgE, responsáveis pelas reações alérgicas, para este açúcar é mais frequente na população do que se esperava. Das 60 pessoas estudadas, 25 apresentaram o anticorpo.</p>
<p>Segundo o Dr. Commins, a alfa-galactose é produzida pela maioria dos mamíferos, porém humanos e espécies pertencentes ao grupo dos grandes primatas (como os gorilas e chimpanzés), além de não o produzirem, podem desenvolver um anticorpo contra a presença deste açúcar. Assim, quando da ingestão da carne, uma reação alérgica pode ocorrer.</p>
<p>Ao contrário do padrão observado para a maioria das reações anafiláticas, que podem ocorrer minutos após a ingestão do alimento, no caso da alergia à carne a reação pode se dar 5 ou 6 horas após a ingestão da carne, o que faz com que a reação pareça não ter causa aparente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fontes</strong></span></p>
<p>http://www.aaaai.org/media/news_releases/pressrelease.asp?contentid=9652</p>
<p>Resumos do Encontro:</p>
<p>http://www.aaaai.org/members/annual_meeting/am2010/</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pizza muito gostosa, massa sem glúten e sem leite!</title>
		<link>http://www.vidasemglutenealergias.com/pizza-sem-gluten-%e2%80%93-muito-boa/822/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 04:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta receita é resultado de várias semanas de teste, com as mais diversas farinhas e combinações. Depois de dezenas de tentativas (e muitos fracassos também), chegamos a um resultado muito bom mesmo. O sabor e consistência da massa se aproximam bastante à massa de pizza feita à base de farinha de trigo: a pizza passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignleft" style="margin-right: 18px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/pizzasemgluten.gif" alt="Pizza sem Glúten" width="400" height="300" />Esta receita é resultado de várias semanas de teste, com as mais diversas farinhas e combinações. Depois de dezenas de tentativas (e muitos fracassos também), chegamos a um resultado muito bom mesmo. O sabor e consistência da massa se aproximam bastante à massa de pizza feita à base de farinha de trigo: a pizza passou com louvor no teste de vários amantes de pizza (mesmo não celíacos!). Boa parte do truque foi conseguido adicionando farinha de tapioca à massa, que lhe deu elasticidade e permitiu chegarmos ao resultado agora publicado. É importante assistir o vídeo no final da receita para visualizar a consistência da massa e o procedimento de abertura. Importante também seguir a receita com as medidas exatas publicadas. No vídeo e fotos a pizza é recheada com muzzarela, mas a massa em si não contém lactose!</p>
<p><strong>- Por Vera Irene Paim</strong></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Farinha sem glúten para Pizza</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes</span></p>
<ul>
<li>200grs de farinha de arroz</li>
<li>200grs de polvilho doce</li>
<li>100grs de farinha de tapioca (ver abaixo como preparar a farinha a partir da tapioca em grãos*)</li>
<li>12grs de goma xantana** (4 colheres de chá)</li>
</ul>
<p>Misturar tudo muito bem, guardar num recipiente plástico ou vidro bem fechado.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/tapioca.gif" alt="Tapioca" width="189" height="164" />* a farinha de tapioca por ser difícil de encontrar pode ser feita com a tapioca encontrada em supermercados (a tapioca em bolinhas, ver na foto ao lado, antes de bater) e batida no liquidificador até virar farinha. Bater muito bem.</p>
<p>**Mistura de gomar guar e goma xantana da  www.saboralternativo.com.br – pode ser encontrado também em lojas de produtos naturais.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Massa para a Pizza</strong></span></p>
<ul>
<li>15grs de fermento  biológico fresco</li>
<li>15grs de açúcar (1 colher de sopa rasa)</li>
<li>195grs de farinha sem glúten (1 ½ xícara)</li>
<li>2 grs de sal (1colher de chá rasa)</li>
<li>1 ovo</li>
<li>45g de margarina (2 colheres sopa não muito cheias)</li>
<li>150ml de água (3/4 xicara)</li>
<li>papel manteiga</li>
</ul>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Maneira de fazer</strong></span></p>
<p>Dissolver as 15grs de fermento com o açúcar, 50ml da água morna (não pode estar muito quente ou fervendo) e uma colher de sopa da farinha preparada sem glúten. Misturar bem e deixar descansar por 10 a 15 minutos tampado com filme e uma toalha para que o fermento cresça (ver filme abaixo). Pode-se aproveitar o calor do forno, que deverá pré-aquecido por cerca de 20 minutos na potência de 220 a 250 graus, para deixar a travessa com esta mistura repousando próxima.</p>
<p>Enquanto espera a massa com o fermento crescer, corte dois círculos de papel manteiga do tamanho da forma de pizza e unte bem, de um lado só de cada folha, com margarina ( não substituir por óleo). Colocar a forma de pizza (vazia) no forno para que ela vá aquecendo também (sem o papel).</p>
<p>Depois que o fermento crescer, colocar o ovo, o resto da farinha sem glúten, o sal, margarina e o restante da água (=100ml)  por último.  Mexer com uma colher até estar tudo bem misturado.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-none     alignleft" style="margin-right: 15px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/pizzasemgluten_inteira.gif" alt="Pizza sem Gluten: Receita" width="350" height="263" /></p>
<p>Colocar a metade da massa num dos círculos de papel (do lado untado) e outro círculo por cima com o lado untado virado para baixo (a massa rende duas pizzas, portanto metade da massa serve para fazer uma pizza). Abrir a massa com as mãos estendendo até as beiradas (ver procedimento no vídeo). Quando achar que está uniforme e que atingiu o tamanho certo, retirar o papel de cima delicadamente. De preferência, tente deixar a massa fina, pois fica mais gostosa e crocante.</p>
<p>Retirar a forma do forno e colocar a massa diretamente na forma quente com o papel manteiga por baixo. Deixar entre 10 e 15 minutos na mesma temperatura, para cozinhar e tostar um pouco a massa (esse tempo vai depender de cada forno. Em caso de dúvida, olhe o fundo da massa. Quando estiver dourada por baixo está boa para ser retirada). Retirar, deixar esfriar um pouco e rechear a pizza a gosto. Levar novamente ao forno, por cerca de 15 minutos ou até que a massa esteja levemente crocante. Bom Apetite! (e passem adiante, para muitos celíacos e intolerantes ao glúten esta vai ser uma ótima notícia!)</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Vídeo</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jBluGzTfoxQ&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jBluGzTfoxQ&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Mães celíacas não tratadas podem ter filhos prematuros e com menor peso</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 04:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Celíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um novo estudo publicado por pesquisadores dinamarqueses constatou-se que mulheres celíacas que não aderem à dieta sem glúten tem  uma probabilidade significativamente maior de terem filhos prematuros ou com o peso abaixo do esperado no momento do nascimento.
--------------
O estudo, conduzido por pesquisadores das Universidades de Arhus (Dinamarca), Cork (Dinamarca) e Manchester (Reino Unido) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignleft" style="margin-right: 15px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/maesceliacas.gif" alt="maesceliacas" width="245" height="357" /><em>Em um novo estudo publicado por pesquisadores dinamarqueses constatou-se que mulheres celíacas que não aderem à dieta sem glúten tem  uma probabilidade significativamente maior de terem filhos prematuros ou com o peso abaixo do esperado no momento do nascimento.</em></p>
<p>--------------</p>
<p>O estudo, conduzido por pesquisadores das Universidades de Arhus (Dinamarca), Cork (Dinamarca) e Manchester (Reino Unido) envolveu a análise do peso no nascimento e tempo de gestação de mais de 1400 bebês nascidos de mães celíacas no período entre 1979 e 2004. Destes, 1105 bebês nasceram de mães diagnosticadas com a doença celíaca há mais de 90 dias antes do início da gestação (consideradas pelos autores como ‘tratadas’, ou seja, teoricamente seguindo a dieta sem glúten), e 346 bebês nasceram de mães as quais foram diagnosticas com a doença celíaca apenas após o nascimento de seus filhos (consideradas como ‘celíacas não tratadas’ durante a gestação).</p>
<p>Os pesquisadores verificaram que, no caso de mães celíacas não tratadas (ou seja, que não haviam sido dignosticadas previamente à gestação), o peso dos bebês no momento do nascimento foi significamente menor do que o peso de crianças nascidas de mães não celíacas, mesmo daquelas com o mesmo tempo de gestação. Em média, o peso das crianças de mães não tratadas foi cerca de 100g mais baixo. Além disso, a probabilidade de parto prematuro também foi maior no caso das mães celíacas não tratadas.</p>
<p>Por outro lado, os autores não encontraram nenhuma diferença entre o peso e tempo de gestação de recém nascidos de mães não celíacas e o peso e tempo de gestação de recém nascidos de mães celíacas que já haviam sido diagnosticadas antes da gravidez. A partir destes resultados os pesquisadores sugerem que a adoção da dieta sem glúten parece ser capaz de reverter os efeitos da doença celíaca no peso final e tempo de gestação do feto. Além disso, a pesquisa mostra a importância do diagnóstico precoce da doença e da adoção da dieta sem glúten.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span>:</p>
<p>A.S. Khashan, T.B. Henriksen, P.B. Mortensen, R. McNamee, F.P. McCarthy, M.G. Pedersen, and L.C. Kenny. 2010. The impact of maternal celiac disease on birthweight and preterm birth: a Danish population-based cohort study. Human Reproduction, Vol.25, No.2 pp. 528–534,</p>
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		<title>II Encontro de Medicina e Nutrição Funcional do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 21:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O II Encontro de Medicina e Nutrição Funcional ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 13 e 14 de agosto, e abordará temas como o tratamento da doença celíaca através da nutrição funcional, alergias alimentares, gastronomia funcional no tratamento da diabetes, e os diversos avanços da Nutrição e da Medicina, da concepção à 3ª Idade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O II Encontro de Medicina e Nutrição Funcional ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 13 e 14 de agosto, e abordará temas como o tratamento da doença celíaca através da nutrição funcional, alergias alimentares, gastronomia funcional no tratamento da diabetes, e os diversos avanços da Nutrição e da Medicina, da concepção à 3ª Idade, na busca de uma melhor qualidade de vida, <a href="http://www.interevent.com.br/sistema/default.asp?evento=80" target="_blank">não deixe de conferir</a>!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.interevent.com.br/sistema/default.asp?evento=80" target="_blank"><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/nutricao.jpg" alt="nutricao" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">diversos avanços da Nutrição e da Medicina, da concepção à 3ª Idade, na busca de uma melhor qualidade de vida.</span></p>
<div><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Trata-se de um evento cujo objetivo é congregar vários especialistas da Nutrição, Medicina e da área esportiva tanto na prevenção e tratamento de diversas patologias como também no melhor desempenho e performance esportiva .</span></div>
<div><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"> </span></div>
<div>
<p><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Será uma imensa alegria reencontrá-los no II Encontro de Medicina e Nutrição do Rio de Janeiro.</span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma Chef &#8217;sem glúten&#8217; em sua casa: entrevista com a Trish Bales</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 05:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques Anteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine poder desfrutar de cardápios especialmente preparados para você que não somente são deliciosos, mas também apropriados para a sua dieta. Todos preparados sem glúten, sem stress, em sua própria casa! Nós conhecemos o trabalho da Chef Trish Bales, uma Chef ‘Pessoal’ vivendo em Austin (no Texas), que se especializou em culinária sem glúten e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-left: 10px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/trishbales2.jpg" alt="Trish Bales, Chef sem Gluten" width="329" height="351" />Imagine poder desfrutar de cardápios especialmente preparados para você que não somente são deliciosos, mas também apropriados para a sua dieta. Todos preparados sem glúten, sem stress, em sua própria casa! Nós conhecemos o trabalho da Chef Trish B<span style="color: #000000;">ales, uma Chef ‘Pessoal’ vivendo em Austin (no Texas), que se especializou em culinária sem glúten e saudável. Apaixonada por comida e pela alimentação saudável, a Trish também  é escritora culinária, e dona do serviço de Chefs Pessoais Chez Vous. Na entrevista abaixo, ela nos conta um pouco de sua estória e rotina.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. O que é um ‘Chef Pessoal’?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Um Chef Pessoal (ou Personal Chef), seja ele especializado em culinária sem glúten ou não, oferece um serviço de chef para famílias e casais ocupados, ou que requerem dietas especiais. Eu venho atuando como Chef Pessoal em Austin, no Texas, desde o ano 2000.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Como funciona o serviço?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Os clientes normalmente me contratam para preparar refeições para a família em suas próprias casas. Normalmente eu preparo de 3 a 4 jantares em uma visita. Alguns clientes também pedem para eu incluir saladas e alguns items para eles levarem para almoçar no trabalho durante a semana. Para cada refeição eu normalmente preparo entradas, acompanhamentos e um prato principal.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Como você se tornou uma Chef Pessoal ‘Sem Glúten’?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB:</strong> Eu já trabalhava como Chef Pessoal quando descobri que tinha intolerância ao glúten. Eu vinha sofrendo com sintomas diversos e que pioravam cada vez mais já há vários anos, mas não sabia qual a origem dos problemas. Quando eu eliminei 100% do glúten de minha dieta os sintomas imediatamente começaram a melhorar. No início eu achei que isto significaria ter que desistir do trabalho de Chef, já que eu não poderia mais provar a comida que preparava para os clientes. Mas com o tempo percebi que me sentia confiante e tinha experiência culinária suficiente para não precisar provar tudo o que fazia. Gradualmente passei no entanto a substituir os ingredientes com glúten por similares sem glúten. Fiz diversas experiências, e achei ótimos substitutos. Sempre que novos produtos sem glúten eram lançados eu os testava. Foi neste período que comecei a atender clientes que necessitavam de refeições sem glúten, e aproveitei a oportunidade para adquirir mais experiência e melhorar minhas técnicas culinárias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Como seria um dia seu típico como Chef Pessoal?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Eu começo o dia preparando o cardápio para o cliente daquele dia. Eu faço então as compras e no meio da manhã chego na casa do cliente e preparo a comida. Após o preparo, eu acondiciono e armazeno as refeições. Embora o tempo de preparo e cozimento varie, levo em média de 3 a 4 horas na casa do cliente até que tudo esteja pronto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. É você quem geralmente sugere os cardápios?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB:</strong> Alguns clientes fazem pedidos especiais, mas sou eu quem normalmente planeja os cardápios. Esta é a parte divertida para mim! Isto me permite experimentar e ser criativa dentro da necessidade de cada cliente e de seus gostos, bem como tentar novas receitas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Quais são os pratos mais populares entre seus clientes?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Embora meus clientes adorem ocasionalmente os pratos "extravagantes e gourmet"... eles apreciam muito normalmente as comidas típicas e caseiras.  Principalmente se não podem consumir glúten – um Strogonoff de carne por exemplo é sempre bem-vindo!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. </strong><strong>Você tem receitas especiais para crianças, como bolos e biscoitos?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Eu normalmente não preparo sobremesas.  Meus clientes me contratam para encher o freezer e geladeira deles com pratos saudáveis ao invés de sobremesas. E de qualquer forma, eu nunca fui mesmo muito boa para fazer biscoitos...</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. </strong><strong>Você também prepara refeições especiais para grandes eventos, como casamentos e festas?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Preparo sim, fim de semana passado por exemplo fiz comida para um coquetél com 75 pessoas, tudo a base de aperitivos e ‘finger-food’ sem glúten.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. </strong><strong>Além do glúten, quais seriam os outros ingredientes que os clientes normalmente pedem para excluir do cardápio?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Frequentemente me pedem para substituir os ovos e o leite. A alergia ao amendoim também é frequente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Você </strong><strong>também se especializou em outras dietas, além da sem glúten? Quais?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Algumas vezes me pediram para preparar refeiçoes com baixo teor de sódio. Eu já não uso muito sal nos pratos que preparo, mas cozinhar um cardápio para uma pessoa que realmente precise restringir o sal da dieta é algo desafiante.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. Os pratos sem glúten são normalmente preparados para a família inteira, ou apenas para quem tem que seguir a dieta sem glúten?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Normalmente para a família inteira.  A maioria dos meus clientes que experimentou os pratos sem glúten, e que não seguem a dieta, gostam da comida tanto quanto se ela tivesse glúten!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten</strong>. Qual é o aspecto mais difícil de ser uma Chef especializada em culinária sem glúten?</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>O fato de que as companhias muitas vezes mudam os ingredientes que elas usam em seus produtos. Algumas vezes isto ocorre sem aviso prévio, portanto preciso estar sempre atenta à este aspecto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>VidaSemGlúten. E qual o aspecto mais prazeroso?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>TB: </strong>Eu me realizo especialmente quando posso ajudar alguém que está iniciando a dieta sem glúten. É possível ver o alívio no rosto das pessoas quando eu mostro que é cada vez mais fácil encontrar produtos sem glúten, e que há várias receitas maravilhosas possíveis. Esta é minha parte favorita!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Para mais informações sobre a Trish, visite seus websites:</em></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><a href="http://www.glutenfreejourney.com" target="_blank">http://www.glutenfreejourney.com</a></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><a href="http://www.chezvousbytrish.com" target="_blank">http://www.chezvousbytrish.com</a></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aprovada a Lei Celíaca na Argentina</title>
		<link>http://www.vidasemglutenealergias.com/aprovada-a-lei-celiaca-na-argentina/685/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 05:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de agora, os argentinos celíacos já contam com uma lei que deverá proporcionar-lhes uma melhor qualidade de vida e uma convivência mais fácil com a doença celíaca. No último mês do ano passado a Câmara de Deputados do Congresso Nacional Argentino sancionou a lei celíaca com uma votação unânime de 50 votos.
Por Martina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/doencaceliaca.jpg" alt="Ley Celiaca Argentina" width="280" height="232" />A partir de agora, os argentinos celíacos já contam com uma lei que deverá proporcionar-lhes uma melhor qualidade de vida e uma convivência mais fácil com a doença celíaca. No último mês do ano passado a Câmara de Deputados do Congresso Nacional Argentino sancionou a lei celíaca com uma votação unânime de 50 votos.</p>
<p style="text-align: left;">Por <strong>Martina Intronati</strong></p>
<p><strong>Promotores da Lei</strong></p>
<p>Rolando Gail é um engenheiro eletrônico argentino de 55 anos, e há dois anos atrás descobriu que é celíaco. Após oito meses com problemas de saúde e sintomas diversos,  finalmente foi diagnosticado com a doença celíaca. Isto fez com que Rolando se interessasse profundamente pela vida do celíaco e suas dificuldades.  “<em>Desde meu diagnóstico trabalho ativamente para melhorar as condições de vida do celíaco. Aprendi muito e procuro ajudar aqueles que acabam de iniciar o tratamento</em>”, comenta em uma mensagem à equipe de nossa revista.</p>
<p>Rolando faz parte do Grupo Promotor da Lei Celíaca na Argentina (GPLC). Este grupo é formado por celíacos, familiares e amigos que se organizaram e somaram esforços para conseguir a aprovação de uma lei que defenda os direitos das pessoas afetadas pela doença. E conseguiram. Após cerca de 30 meses de luta, o Grupo Promotor da Lei Celíaca está otimista com a sanção da lei e espera que com a nova legislação os celíacos argentinos possuam mais recursos que facilite sua rotina. Tanto Rolando Gail como Fernando Agoff, outro dos integrantes do grupo, concordam no entanto que os benefícios da lei poderão ser vistos quando esta entre em vigência, o que deverá levar cerca de 90 dias a partir da data da sanção.</p>
<p>As campanhas para aprovação da Lei Celíaca argentina foram intensas e incluiram vigílias no Congresso Nacional, um abraço simbólico no Palácio Legislativo, visibilidade em diversos meios de comunicação, reuniões frequentes com assessores, ações em eventos esportivos e viagens a várias cidades argentinas.</p>
<p><strong>Os Quatro Pilares</strong></p>
<p>Quando a lei entrar em vigência, os benefícios previstos aos celíacos estarão baseados em quatro pilares:</p>
<p>1) <strong>Rotulação dos Alimentos</strong>: todos os alimentos apropriados para celíacos deverão conter a inscrição ‘sin TACC’ (ou seja, sem Trigo, Aveia, Cevada e Centeio)</p>
<p>2) <strong>Detecção e controle da doença celíaca</strong>: elaboração de guias de diagnóstico e tratamento, e organização da rede de serviço em hospitais.</p>
<p>3) <strong>Plano de Saúde Obrigatório</strong>: inclusão da doença celíaca na cobertura dos planos médicos obrigatórios do governo, com o objetivo de garantir a detecção e tratamento da doença.</p>
<p>4) <strong>Educação</strong>: divulgação de campanhas educativas e de difusão que permitam aumentar o número de pessoas diagnosticadas. Estima-se que na Argentina existam cerca de 400.000 celíacos, porém apenas 25.000 são diagnosticados.</p>
<p><strong>Associações</strong></p>
<p>Gladys Altamirano, vice-presidente da Associação Celíaca Argentina (A.C.A) também acredita que os benefícios da nova lei celíaca Argentina poderão ser vistos a partir de sua regulamentação e vigência. E afirma  “<em>esperamos que o Estado cumpra seu papel de velar pela saúde dos celíacos argentinos, tanto com o diagnóstico oportuno, como assegurando o controle e fiscalização dos alimentos</em>”.  A Associação Celíaca Argentina trabalha intensamente para garantir a ausência de glúten nos alimentos, estando em contato permanente com diversos produtores e elaborando uma lista periodicamente para que os celíacos saibam quais alimentos são seguros e livres de glúten. Gladys espera que a nova lei ajude no trabalhe cotidiano da A.C.A, uma vez que já não seria mais necessário dispender tanto esforço na elaboração anual do Guia de Alimentos e Medicamentos (seguros para celíacos), podendo-se então dedicar mais tempo à assistência aos celíacos. “<em>Também poderíamos concentrar mais nossos esforços para conseguir que em todos os lugares da Argentina os celíacos tenham acesso mais fácil a seus alimentos, como qualquer cidadão</em>”, comenta com esperança.</p>
<p>Quando questionada sobre os benefícios da nova lei aos celíacos, Gladys afirma que “<em>com a sanção desta nova lei nacional, demos o pontapé inicial para atualizar e melhorar a legislação existente, mas somente com a regulamentação apropriada, cujo único interesse seja favorecer a saúde dos celíacos argentinos, poderemos de fato ter uma lei melhor</em>”.</p>
<p><strong>Os Celíacos</strong></p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" style="margin-left: 15px; " src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/fev2010/leiceliaca.jpg" alt="Lei Celiaca" width="300" height="225" />A comunidade celíaca está otimista com a lei e aguarda a sua regulamentação para começar a disfrutar de seus benefícios. Juan Manuel, um jovem argentino diagnostico há dez anos atrás, acredita que a lei lhe permitirá conseguir produtos apropriados em mais estabelecimentos e a um preço melhor. “<em>Até agora minha esposa comprava tudo diretamente dos produtores, já que nos supermercados e mercearias os produtos sem glúten são muito mais caros. Costumamos estocar e armazenar os produtos, já que onde vivemos não existem produtos sem glúten especiais para celíacos</em>”, comenta. E acrescenta esperançoso: “espero poder comer uma pizza fora de casa, coisa que não faço desde que fui diagnosticado”.</p>
<p>Sofía, uma bioquímica diagnosticada há pouco mais de cinco anos após um longo período de incertezas sobre seus diversos problemas de saúde, também nos destaca a importância da nova lei: “<em>Durante a adolescencia não tive muitos sintomas, mas padecia de fadiga crônica, o que constantemente me levava a quadros depressivos severos. Inclusive na fase adulta cheguei a ser internada. Tive todos os sintomas da doença presentes na bibliografia, mas o desconhecimento da doença me privou de desfrutar de uma vida diferente, que somente começou com o início da dieta sem glúten</em>”, lembra ela, ressaltando a importância da educação e capacitação sobre a doença. E exemplifica: “<em>o celíaco enfrenta a falta de conhecimento sobre os mínimos cuidados que devem ser tomados na manipulação de seus alimentos; uma colher que esteve em contato com o glúten pode contaminar um prato inteiro de comida</em>”.</p>
<p><strong>Os Produtores</strong></p>
<p>Os produtos de alimentos sem glúten especiais para celíacos também tem sua visão a respeito da nova lei.  Luis Gruttaroti, secretário da Câmara Argentina de Produtores de Alimentos sem Glúten (Capaliglu) comentou a nossa equipe: “<em>embora ainda não esteja regulamentada, a lei beneficia as empresas, já que uma difusão maior promoverá uma maior taxa de detecção e diagnóstico da doença, o que por sua vez levará à maior procura por estes alimentos</em>”. Este aumento no consumo também será fomentado pelo reconhecimento da doença celíaca nos sistemas de saúde e por um maior investimento destinado pelo Estado para a ajuda aos celíacos de baixa renda. Luis ainda afirma que, se o Ministério da Saúde implementar políticas governamentais estratégicas, a qualidade dos serviços e controle sobre a produção e fornecimento de alimentos sem glúten poderá melhorar.</p>
<p><strong>Triunfo da Perseverança</strong></p>
<p>A Argentina é um país em que há mais de vinte anos se luta pelos direitos dos celíacos: em 1983 o primeiro projeto de lei foi apresentado.  A seguir, várias leis foram sancionadas nas  diversas provincias argentinas, culminando em Dezembro de 2009 com a aprovação nacional da lei celíaca, um grande triunfo!</p>
<p>O Grupo Promotor da Lei Celíaca espera que esta lei, mais inclusiva e ampla que as precedentes, estabeleça as bases para outros países latino-americanos e ajude a melhorar a qualidade de vida de todos os celíacos.</p>
<p>---------</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.ley-celiaca.com.ar/leyceliaca.htm" target="_blank">www.ley-celiaca.com.ar/leyceliaca.htm</a></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.ley-celiaca.com.ar" target="_blank">www.ley-celiaca.com.ar</a></p>
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		<title>Pudim da Tapioca (sem Glúten)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 05:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe &#34;Vida sem Glúten e sem Alergias&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[No.8 (Fevereiro)]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este pudim já se consagrou em reuniões, lanches e festas ...  Super fácil e rápido de fazer, e um sucesso entre todos, mesmo entre aqueles que consomem glúten. Quando feito, não dura mais que um dia! (não deixe de conferir também o vídeo no final desta receita)
Ingredientes
3 xícara (de chá) de água
3/4 xícara. (de chá) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none alignright" src="http://www.vidasemglutenealergias.com/wp-content/gallery/01_2010/pudimsemgluten.jpg" alt="Pudim de Tapioca sem Gluten" />Este pudim já se consagrou em reuniões, lanches e festas ...  Super fácil e rápido de fazer, e um sucesso entre todos, mesmo entre aqueles que consomem glúten. Quando feito, não dura mais que um dia! (não deixe de conferir também o vídeo no final desta receita)</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Ingredientes</strong></span></p>
<p>3 xícara (de chá) de água</p>
<p>3/4 xícara. (de chá) de açúcar</p>
<p>1 xícara (de chá) de tapioca</p>
<p>1 vidro de leite de côco</p>
<p>1 pacote de flocos de côco ralado</p>
<p>1 xícara (de chá) de leite</p>
<p>Leite condensado a gosto</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Modo de Fazer</strong></span></p>
<p>Despejar todos os ingredientes em uma panela. A tapioca deve ser colocada depois da água e do açúcar. Em relação ao côco ralado, o ideal é usar metade da quantidade para o pudim e a outra metade para decoração (ver abaixo).</p>
<p>Levar ao fogo alto e mexer até engrossar. Quando começar a engrossar, abaixar o fogo e continuar mexendo entre 2 e 3 minutos.</p>
<p>Desligar e despejar em forma de buraco molhada com água antes de colocar o pudim.</p>
<p>Quando frio, desenformar e espalhar côco ralado fresco ou em pacote (se for côco em pacote, hidratar o côco antes de decorar o pudim)</p>
<p>Para finalizar despeje leite condensado por cima (a quantidade de leite condensado fica a gosto de cada pessoa)</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FMg8A_7gP0A&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FMg8A_7gP0A&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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